quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Tagarella Printer - Projeto Meu Tagarella inovando.

Estamos no laboratório de criação e ensaios do projeto meu tagarella, que fica localizado nas dependências da empresa Spur, no rio de janeiro.
Queremos apresentar a primeira versão da impressora a laser com voz natural.
Voce pode estar perguntando:  O que tem de diferente nesta impressora e para que finalidade ela pode servir?
A nossa resposta é simples, porém dividida em tópicos:

A – Promover a inclusão profissional de pessoas com deficiência visual, no mercado de trabalho. Facilitando o entrosamento do profissional com deficiência visual na operação de equipamentos de impressão, manuseio de trabalhos de impressão e solução para possíveis falhas que possam ocorrer.

B – Reduzir os custos na aquisição de equipamentos, por parte das empresas, possibilitando com isto, dar mais  oportunidades às pessoas com deficiência visual.

C – estimular aos profissionais liberais com deficiência visual, a terem o seu próprio negócio no segmento de impressões de documentos, livretos,  cartões e etc...

D – Facilitar a perfeita interação entre profissionais. Exemplo: Um professor com deficiência visual que imprime os seus trabalhos, apostilas e provas para a sua classe de pessoas sem deficiência visual.

A ideia da impressora surgiu, em paralelo a outros projetos que estão em andamento. A escolha de desenvolver este trabalho, tomando como base de testes este modelo de equipamento, se deu pelas características técnicas minuciosamente pesquisadas:

1 – Laser monocromático (escalas de cinzas);
2 – 22 páginas por minuto no formato A4 ou Carta;
3 – Bandejas de alimentação do papel para vários formatos;
4 - Simplicidade e robustez;
5 – Baixo índice de falhas;
6 – Alta qualidade de impressão, utilizando substrato de poliéster polimerizado, garantindo qualidade na impressão e reduzindo falhas;
7 – Baixo consumo de energia, de acordo com a norma internacional energy star;
8 – Baixa temperatura de fusão, liberando menos gazes e agilizando o warm up do equipamento.
9 – interfaces USB e Network de alta velocidade;
10 – Compatível com os sistemas operacionais mais utilizados.

Após a escolha do modelo protótipo, o nosso primeiro passo, foi identificar todas as partes do equipamento. Estudamos  todas as partes da impressora, onde possam ser requeridas a intervenção do operador e as identificamos  através de etiquetas em Braille. Facilitando o reconhecimento através do toque, ao operador com deficiência visual.
Desenvolvemos um módulo de voz, que através de mapeamento de sinais e funções, interage com o operador, informando todo o processo de impressão. Desta forma, facilitamos ao operador com deficiência visual, a compreensão de tudo que está sendo feito pelo equipamento, a partir do momento em que o trabalho de impressão foi enviado para a impressora.
Também tivemos a preocupação de estudar as possíveis falhas. Mapeamos os erros mais comuns que podem acontecer, e o módulo de voz também auxilia na solução do problema, instruindo o passo a passo ao operador, a intervir nas áreas identificadas.
Como eu havia dito, este é o projeto piloto. Um novo modelo será apresentado em breve, com mais funções e com a promessa de causar um grande impacto, no segmento de impressões em Braille.
Agradeço a voce que assistiu ao vídeo, e pedimos em prol da causa, que divulgue e deixe também o seu comentário.

Muito obrigado!

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